Sem planejamento não há crescimento (apenas crise)

Contudo o que estamos vendo no cenário econômico brasileiro tudo leva a crer que iremos demorar em recuperar. Conforme especialistas a discussão é que o inicio desta recuperação passe por 2016 com muito impacto ainda e uma possível melhorar em 2017.

Chegou a se estimar no início do ano que o dólar ficaria abaixo de R$ 3 e um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em crescente nos próximos anos e inflação abaixo de 6%.
Podemos perceber que a estimativa furou logo no primeiro semestre e degringolou no segundo impactando o cenário econômico brasileiro afetando não só o governo e sim toda a população.

Há praticamente doze meses vimos o dólar superar os R$ 4, o PIB médio negativo juros aumentando e com isso claro um cenário que a geração mais jovem nunca havia visto que é a da inflação, perceptivo na compra de produtos e serviços e mais ainda nas necessidades básicas do brasileiro a alimentação.

Assim o que mais temos visto falar é uma palavrinha que tem incomodado muito a todos inclusive as empresas que é a tal “CRISE”.

Antes de a crise ser algo real de impacto macro, ela se inicia de forma micro. Com a interpretação do senso comum ela se instala como se fosse um vírus na cultura de um país, de sua empresa, e em cada um de nós atingindo o modelo mental.

Tudo começa de forma mental e vai tomando proporção na rotina de todos e ai fica muito complexo administrar algo que todos estão vivendo de forma intensa e falando, utilizando os diferentes canais de comunicação para proferir aquilo que já foi comprado pela grande massa do senso comum. Por isso se diz que a riqueza do mundo está somente em 1% da população pessoas essas que buscam sair do senso comum, buscam inovar e criar além de tudo se comportam de forma diferente em busca de ampliarem suas riquezas. É importante entendermos isso! Mas claro que passando pelo modelo mental ela vai se instalando no comportamento das pessoas, pela insegurança, pela forma de já aceitarem que estão vivendo uma crise, e a realidade começa ser ampliada, nas empresas quando vemos as demissões, cortes de benefícios, diminuição de bônus, isso para os colaboradores e para a empresa, a perda de clientes, a dificuldade de captar nos clientes, a perda da qualidade, e mais a perda do motor propulsor de uma empresa ou de uma Nação de um País que é a crença e motivação das pessoas. Vejam o que aconteceu com a Argentina; isso é muito triste um país que parou.

Neste momento onde o cenário do caos esta instalado na mente e na realidade econômica precisamos de lideranças que representem de forma convicta a buscarem soluções representativas de forma macro e não micro se preocupando com o todo, ao se discutir cortes de maneira geral é necessário analisar o impacto de cada ação seja do cafezinho e bolachinha, a demissão de um colaborador a um grande projeto em desenvolvimento.

“Gerir pessoas é uma arte! A arte de incentivar, convencer, de ensinar, direcionar, motivar e engajar as pessoas”.

Existem formas e formas de envolver as pessoas em decisões importantes isso tende a dar mais certo do que fazer a “Top-dow ou seja goela abaixo”.

O cenário para 2016 deverá ser de atenção é simples ajustes deverão ser feitos em todos os sentidos sabemos que teremos poucas ofertas de vagas de emprego e as empresas novamente retomam o poder sobre o empregador coisas que nos últimos dez anos não víamos porque que estava ditando a regra era empregado que poderia escolher onde trabalhar. Mas vale a atenção o espaço continuará para os mais preparados e flexíveis em negociar e até mesmo ganhar até 40% a menos que a expectativa de sua carreira.

É assim, pense comigo: “Se estamos com lideranças que representam o nosso país e não estão sendo competente o suficiente para gerir essa potência que é o Brasil devemos pensar como uma empresa temos que demitir pessoas com baixo rendimento, ineficiência, ou seja, incompetentes”.

Precisamos de lideranças que saibam gerir e quando não temos esse perfil é muito grave para o crescimento de qualquer negócio quem dera manter a sustentabilidade de um país.

A área de prestação de serviços e comércio serão as mais afetadas no próximo ano, sendo que as pessoas estão deixando de consumirem o supérfluo e claro que a menos afetada é de alimentos como o supermercados.

Mas nem tudo é CRISE é possível CRIAR ou ao mínimo INOVAR onde alguns padecem outros crescem como setores ligados à estética, internet, bebidas demonstram evolução.
Como diria se conselho fosse bom ninguém dava vendia. Mas vamos lá ao lidar com educação corporativa e elevando resultados de empresas sabemos que sem planejamento não há sucesso e sabemos que isso não é o forte de nossa cultura. Infelizmente muitas pequenas e médias empresas quebram nestas mais de dezenas de crises que o nosso país e o mundo passa de período em período por falta de planejamento e investimento de médio a longo prazo. Nenhuma empresa se mantem perene com sucesso e saúde financeira sem investimento e planejamento em três pilares fundamentais: tecnologia, processos e pessoas. Fica ai uma dica! Dica essa que os países de primeiro mundo seguem a regra.

Meu trabalho dentro de uma organização não é só radiografar o aqui e agora e sim entender toda sua trajetória e respeitá-la e aos poucos realizando as mudanças culturais e assim construindo estratégias sólidas os clientes que me procuram e têm paciência serão presenteados por uma cultura engajadora e participativa, lideranças fortes e decisórias, ações planejadas e resultados mensuráveis.

Em meu DVD Desenvolvendo Talentos e Gerando Resultados traço esse caminho ao empresário e as empresas familiares que pretendem criar um processo perene com sucessão de seus herdeiros.

Já no segundo livro como coautor Coaching – Aceleração de Resultados foco a espiritualidade no processo de coaching em sete pilares que podem auxiliar na quebra de crenças limitantes na cultura da organização e projetá-la para um cultura inovadora dentro dos princípios de valores que deveram estar de forma explícita na cultura interna e a seus clientes.

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Paulo Paiva

Paulo Paiva

Paulo Paiva é Palestrante, Empresário, Coach, Consultor, Psicanalista, Escritor, Terapeuta Transpessoal e Master em Programação Neurolinguística. É graduado em Administração e Especialista em Gestão Executiva em RH e Gestão Estratégica de Pessoas. Autor livros, de diversos artigos para sites, revistas e jornais especializados em Recursos Humanos, gestão, carreira e administração, Paulo é considerado o “Gestor de Almas” das organizações por sua maneira de desenvolver pessoas de forma provocativa e holística, integrando Corpo, Mente e Alma.

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