Redes Sociais X Produtividade nas Organizações

Tirando as empresas que seu “core” é a tecnologia muitas empresas embora necessitem da tecnologia sofrem de como extrair o melhor das redes sociais.

Como saber se o que o colaborador realmente esta a trabalho quando esta em ambiente on-line?

Na visão das gerações passadas há uma grande dificuldade de aceitação e compreensão de que a tecnologia por meio das redes sociais veio para ficar.

Muitas empresas têm solicitado em palestras e treinamentos que aborde o uso correto da rede social para que não afetem a produtividade.

Os avanços tecnológicos marcam as gerações. A geração “baby boomer” é formada pelos nascidos entre 1940 e 1960. Nasceram no fim ou após a Segunda Guerra Mundial. Já a geração “X” vieram ao mundo entre 1960 e 1980, presenciaram fatos históricos e movimentos revolucionários. A geração “Y” nasceu entre 1980 e 2000 em um período de prosperidade econômica acompanhando a revolução tecnológica e social.

As empresas mal fizeram as transações entre as gerações babyboomer, e geração X e só se confrontam com diversas dificuldades de adaptabilidade com as gerações Y e Z.

Gerações essas que tiveram que evoluir e agregar a tecnologia ao seu favor desde a internet, a intranet e hoje diversos outros sistemas de comunicação como Skype, WhatssAp, Facebook entre tantos outros.

É inegável o benefício de compartilhamento de informações e velocidade que temos quando utilizamos as redes sociais de forma correta na busca por pesquisas, indicadores qualitativos e qualitativos. Um exemplo é uma reunião que pode ser agenda via Skype com diversas pessoas em localidades totalmente diferentes o custo é baixíssimo. Imagine se eu tivesse que providenciar transporte, hospedagem, alimentação entre outras necessidades o quanto isso afeta os resultados financeiros de uma organização.

Já quando olhamos para as desvantagens falamos da improdutividade devido à má utilização afetando a concentração, perda de foco e tempo demasiado navegando por outras informações que o ambiente atrativo e interativo a chamar a atenção para assuntos do senso comum como emprego, relacionamentos, religião, política, economia, sexualidade entre outros.

Como estamos transitando na passagem de bastão da geração X os “quarentões” para geração Y “trintões” e já chegando a geração “Z”, novos aprendizes e estagiários preciso atuar de forma dinâmica onde a área de Recursos Humanos atualize o código de Ética da empresa e já na integração deste novo colaborador ele tenha informações quanto ao uso da tecnologia, direitos e deveres para que assim tenha um ambiente mais produtivo.

“Negar o uso de acesso às redes sociais é negar sua própria evolução neste mercado tão competitivo e globalizado e mais é negar uma forma de interação e de comunicação entre a empresa e mercado de trabalho. O que resta a fazer é conscientização sobre o uso e isso pode ser feito em parceira com as áreas de TI, Jurídica e Recursos Humanos”.

Geralmente dou sugestões para criação de ambientes como biblioteca, ou algum espaço onde possa ter computadores conectados a internet para uso nos intervalos como café ou almoço para que qualquer colaborador possa ter acesso com seu login e senha administrados pela área de segurança da informação de TI. A maior preocupação na utilização de redes sociais é o vazamento de informações e espionagem industrial e claro a exposição da imagem da empresa e de colegas de trabalho. É comum que em período de projetos e confraternizações imagens, vídeos, podem tomar uma proporção interna e até externa criando assim maior exposição, para isso é fundamental redobrar orientações do que pode e não pode para que não acarrete punições como advertências e demissões.

Isso tem auxiliado muito os colaboradores não levarem ou burlarem as regras de utilização de celulares no ambiente de produção onde podem ocorrer além da improdutividade acidentes de trabalho. Além de dar uma sensação de estarem conectados com o mundo se sentem respeitados e muito felizes dando sim o sentimento que a empresa é uma extensão de sua casa e de seu cotidiano, isso tem a elevar os resultados da pesquisa de Clima Organizacional.

Na rotina do dia-a-dia tenho orientado gestores, líderes e o próprio RH para atuarem de forma mais dinâmica e comunicativa e procuro reforçar essa corresponsabilidade entre empregador e colaborador por meio de palestras, treinamentos e coaching para que assim aquilo que é visto nesta transição de gerações como algo complexo e improdutivo seja algo bom e adaptativo entre todos e assim usando o bom senso com o direcionamento da empresa.

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Paulo Paiva

Paulo Paiva

Paulo Paiva é Palestrante, Empresário, Coach, Consultor, Psicanalista, Escritor, Terapeuta Transpessoal e Master em Programação Neurolinguística. É graduado em Administração e Especialista em Gestão Executiva em RH e Gestão Estratégica de Pessoas. Autor livros, de diversos artigos para sites, revistas e jornais especializados em Recursos Humanos, gestão, carreira e administração, Paulo é considerado o “Gestor de Almas” das organizações por sua maneira de desenvolver pessoas de forma provocativa e holística, integrando Corpo, Mente e Alma.

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